sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Uma Aventura no Cinema

Na sequência da ida ao cinema ver o filme "Mamma Mia", os alunos do 6º A, produziram textos em Formação Cívica.
A metodologia seguida para a escolha do texto para publicação, decorreu na aula de Formação Cívica. Como tal, foram lidos os textos, sem revelar o autor e procedeu-se a uma votação, tendo sido escolhido o que a seguir se publica.

Uma aventura no Cinema
Um dia fui ao cinema, mas contrariada por incrível que pareça. O filme era uma porcaria, ninguém gostava dele, era uma seca.
De repente, o ecrã do cinema apagou-se e eu vejo toda a gente a transformar –se em quadrados verdes, como nalguns jogos de vídeo.
Quando olho, vejo que todos nos transformamos em bonecos de acção e tínhamos que passar um jogo de cinco níveis em 24horas. Mas para isso, era preciso trabalhar em equipa. Entrei em pânico, pois no cinema só estavam adultos e se não passássemos o jogo ficaríamos lá para sempre, sem nada, sem comida.
Aí reparei num lápis e, não sei porquê, desenhei uma nuvem, uma nuvem grande onde todos nos sentámos. Enquanto a nuvem nos levava para não sei onde, apareceu uma borracha. Nesse instante, eu disse para toda a gente saltar, porque íamos ser apagados, mas, não sei quem, não saltou e desenhou um círculo com o lápis. Logo a seguir passou para o outro lado do círculo e caiu num sítio cheio de tubarões, enquanto nós caímos numa espécie de trampolins em forma de cogumelos.
Eram muitos e pequeninos, juntos formaavam um caminho que todos seguimos.
Após algum tempo, depois de passarmos por vários sítios, cada um deles mais esquisito que o outro e de perdermos alguns “chicos espertos” chegamos ao Boss.
O Boss era o número três e, parecendo que não era o pior monstro que alguém poderia enfrentar, pois quando abria a boca saía um cheiro horrível a dejectos de cão.
Mas, apareceu uma pessoa que me disse que o 3 tinha um pico. Então fomos os dois tirá-lo. De repente estava toda a gente no cinema e o filme estava quase a acabar.
Desde aí ainda não descobri se foi sonho ou realidade….
Maria Eusébio